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A partir deste mês de julho (2008) todos os cães nascidos em Portugal deverão usar, obrigatoriamente, um microchip de identificação eletrônica. O Sistema de Identificação de Caninos e Felinos (Sicafe) é uma nova lei, que embora decretada em 2003, só passa ter vigor a partir deste mês. O uso do microchip já estava em vigor mas era restrito à raças de caça, raças perigosas ou para cães que estivessem em exposição para fins comerciais.
O objetivo do uso do microchip é para identificar os cães de estimação, controlar cães de raças consideradas perigosas e previnir o abandono ou roubo de animais. O chip identifica tanto o proprietário quanto o animal e contém informações com todos os dados dos animais fornecidos pelo veterinário, como data de nascimento, raça, cor, histórico de vacinas e doenças. O impante é indolor e dependendo do local onde é feito, pode custar de 15 a 50 euros. A lei, por enquanto, é aplicada apenas aos cães pois a que se refere aos gatos ainda não foi regulamentada. O microchip tem tamanho similar a de um grão de arroz. Aqui no Brasil, o uso de chip é obrigatório para cães da raças Pit Bull e por enquanto, só a cidade de Belo Horizonte têm avançado neste sentido. Veja a matéria do site sobre a uso de chips em cães de Belo Horizonte e mais informações de como funcionam os chips:
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